terça-feira, 29 de março de 2011

Comentário publicado na Revista RUNNER'S

Sou assinante da Revista Runner's World, especializada em corridas, desde o seu lançamento no Brasil. Há alguns meses venho escrevendo para a coluna "Cartas dos leitores", tendo meus comentários sido publicados nas edições de dezembro de 2010, janeiro de 2011 e agora em março de 2011. A primeira publicação, com o título de "CORPO MOLE" teve 10 linhas de texto, a segunda, "CONGO", 9 linhas e a terceira, "MARÍLSON, A FERA", da qual me orgulho muito, foi publicada em quase meia página da revista, como pode ser vista na imagem abaixo.
Estou muito feliz por ter meu texto publicado em uma revista tão importante para nós corredores e, ainda mais, por estar falando do campeão Marílson Gomes dos Santos.

Abaixo segue o texto na íntegra:

"MARÍLSON, A FERA

Todos os meses quando recebo a RUNNER’S em minha casa, pego a revista e só largo depois de ter “devorado” todas as páginas. Sempre me dou o direito de eleger uma matéria que mais me chame a atenção. Na edição de fevereiro não poderia ser diferente, e escolhi a matéria de Iberê Castro Dias – o corridor neurótico. Naquela, em um texto superdescontraído e envolvente, relata o que foi talvez seu maior desafio no mundo das corridas. No texto com o título de "Ideia Fixa", nos passou, em detalhes, como foi treinar ao lado de um dos maiores corredores do mundo, o brasiliense Marílson Gomes dos Santos, uma fera em corpo de menino. Com sua simplicidade e carisma, nosso tricampeão da São Silvestre mostra que para ser fera não é preciso ter cara de mau, sair gritando e batendo no peito. Precisa, sim, ter vontade, garra, perseverança, autoconhecimento e muita, muita inteligência. Tudo isso ele mostrou a todos que acompanharam a São Silvestre de 2010. Respeitando o adversário, porém sem qualquer sentimento de inferioridade. Naquela acelerrada na Pacaembu, que “quebrou” Kwambi (queria saber o que passou pela cabeça do queniano naquele momento), vibrei como se estivesse comemorando um gol decisivo. Minha esposa levou um susto, até porque não sou de ficar gritando. Mas aquele 31 de dezembro foi diferente, já havia dito para todo lado que ia dar Marílson. As glórias que ele busca: Sul-americano (é dele) e Olimpíadas (haja coração, medalha na certa). Marílson pode encarar qualquer corredor, seja africano ou não, porque é um atleta que possui gene de campeão. Parabéns, Iberê! Pela bela matéria e por ter feito bonito no “trote” de 3min55 ao lado do campeão. Parabéns, Marílson! Que suas pernas o levem aonde sua cabeça almeja."

ALEX DAHLKE, São Paulo (SP)

E não para por aí. Tive ainda outra publicação, também em março, em "Leis do Asfalto", onde dou a dica de amarrar o chip da corrida com dois aramezinhos de pão de forma. Até brinquei dizendo que deveria ser pão integral. Dá certo e fica muito mais rápido de tirar o chip para trocá-lo pela medalha.

Ainda, Iberê Castro Dias, demonstrando gratidão e humildade, enviou-me um e-mail em agradecimento pelo comentário que fiz sobre sua matéria na edição de fevereiro. Abaixo transcrevo as palavras do escritor e atleta, que teve o privilégio de treinar ao lado do campeão.

"Caro Alex,
Recebi o e-mail que você enviou à Abril. Lendo-o, pensei em como foi possível conseguir uma barbada dessas. Primeiro, eu treinei com o Marílson (!). Depois, a revista de que sou assinante desde o nº1 me permite escrever uma matéria sobre isso, e, de quebra, cede-me 4, depois 6, depois 8 páginas de espaço. E, depois de cruzar a linha de chegada, ainda leio comentários como os seus sobre o texto que escrevi com todo o prazer, relacionado a algo que eu fiz com mais prazer ainda. E ainda acham que estou fazendo um favor...
Muito obrigado pelos comentários! Fiquei muito mais feliz com eles do que eu ficaria em bater um 21 com Oscar Schmidt, ou em tirar um gol a gol com o Romário.
Grande abraço,

Iberê"

Ele ainda deixou o twitter dele para quem quiser entrar em contato @iberedias


Não poderia deixar de compartilhar isso com meus amigos, pois é mais um motivador para seguir correndo.

Keep running!

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