segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quem dera!


Quem dera!

Que eu fosse para você

O começo de uma nova era

A paixão de sua vida

O amor que tanto espera

Que sorrisse para mim

Como o lírio na primavera

Que usasse o poder

Do olhar que me encarcera

Que sentisse o calor

Que meu coração gera

Que ouvisse minha respiração

Que, perto de você, acelera


Meu medo é que, tão bela

Me veja como fera

Me ignore para sempre

Como o cético a quimera

Se assim acontecer

Minha alma se incinera


Talvez denote loucura

Mas é verdade sincera

Quem quer realizar os sonhos

Primeiro acredita e espera

Quando alcança o amor

A vida se tempera

E a luz da paixão

Nos olhos reverbera


Alex Dahlke

07 dez 2010


Imagem extraída de http://betemendes.nireblog.com/pag_3/

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